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COVID-19: o que muda no processo de gestão e acompanhamento de obras?

COVID-19: o que muda no processo de gestão e acompanhamento de obras?

A pandemia da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, resultou em uma crise econômica mundial. E, em tempos de crise, é necessário que as empresas se reinventem e encontrem alternativas para driblar o período difícil. Isso pode significar esforços redobrados no dia-a-dia e sacrifícios de todas as partes. Inevitavelmente, os problemas causados pela crise, que também é de saúde pública, chegaram ao ramo de construção.

Mas de que forma, especificamente, a pandemia afetou o ramo da construção civil e a rotina de trabalho nas obras? E como fazer uma boa gestão com as condições de trabalho alteradas? Assim como em diversas áreas, gestores tiveram que se adaptar à crise inesperada, que exigiu ação imediata de diversos setores da sociedade. Consequentemente, os impactos chegaram aos escritórios e canteiros de obras.

As ações, claro, variam de cidade para cidade, uma vez que a responsabilidade de lidar com as medidas de isolamento e com a sequência ou não das atividades ficou sob responsabilidade dos governos locais. Mas existem alguns protocolos em comum que foram utilizados em praticamente todos os estados, a fim de combater a propagação do vírus.

Atividade essencial

Em decreto publicado no dia 12 de maio de 2020, o governo federal determinou que a construção civil seguiria como atividade essencial enquanto durassem as restrições impostas pela pandemia. Na prática, isso significa que o setor poderia funcionar durante o período de enfrentamento do novo coronavírus no Brasil.

O objetivo da medida foi impedir que uma eventual paralisação dos serviços prejudicasse a aquisição de bens e insumos destinados ao enfrentamento da Covid-19. A liberação de determinadas atividades também visava garantir a continuidade de serviços considerados indispensáveis para a população. A classificação como essencial permitiu que essas atividades ou serviços seguissem em operação, apesar das restrições da quarentena. 

O primeiro impacto sentido por empresas beneficiadas pelo decreto federal foi econômico. Uma crise sem precedentes, que, de repente, afetou o funcionamento de diversas atividades, fechou o comércio e alterou a mobilidade do trabalhador, inevitavelmente, aumentaria o desemprego e deixaria muitas famílias desamparadas. Sendo assim, a permissão para que setores seguissem em funcionamento, desde que respeitados os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, certamente poupou empregos e ajudou trabalhadores a seguir em suas respectivas atividades.

Protocolos de segurança

Com a garantia, por decreto, de que as atividades do setor de construção civil poderiam seguir durante a pandemia, as empresas precisaram se adaptar para seguir as orientações sanitárias e de distanciamento que previnem a proliferação do novo coronavírus. Coube então aos gestores encontrar soluções que garantissem a segurança dos trabalhadores no canteiro de obras.

Podemos citar algumas novidades que alteraram a rotina dos trabalhadores:

Home-office: Uma importante recomendação que foi seguida não só pelos profissionais da construção civil, mas em diversas empresas em todo o mundo, foi a adesão ao trabalho remoto. Com esta ferramenta, os trabalhadores tiveram a possibilidade de realizar diversas atividades acessando arquivos e sistemas de operação do computador de casa. As recomendações para que as pessoas evitassem sair às ruas ajudaram no crescimento deste tipo de atividade, que pode se tornar uma tendência mesmo com o fim da pandemia. Gestores que trabalham com projetos acessados pelo computador foram bastante beneficiados pelo trabalho remoto.

Trabalho em turnos: Mas é claro que determinados trabalhos não podem ser desempenhados de um computador, e a presença do trabalhador é indispensável. No canteiro de obras é assim. Profissionais que precisam desempenhar atividades no local também receberam protocolos das empresas para evitar a propagação da doença. Uma alternativa interessante para evitar que muitas pessoas ocupem o mesmo ambiente é a divisão do trabalho por turnos. Esta opção fica ainda mais efetiva com a higienização da área de trabalho sempre que possível e, principalmente, na troca de turnos.

Higiene: tornar rotina atos simples, mas que podem ser muito importantes na prevenção da Covid-19, foi mais um desafio enfrentado pelas empresas de construção civil. Com a pandemia, muitas pessoas somaram ao seu dia-a-dia a higienização das mãos com álcool em gel 70%, e as empresas tiveram que adaptar dispensers com o material higienizante por diversas áreas. Também se tornou importante fornecer lavatórios com água e sabão e manter o local de trabalho limpo e esterilizado com desinfetante por mais de uma vez ao dia. Em locais de trabalho onde há maior contato com as mãos, é ainda mais importante manter tudo bem higienizado. 

Ambientes arejados e distanciamento: Trabalhar em locais com maior circulação de ar e evitar aglomerações em ambientes fechados também é uma ferramenta eficaz no combate à Covid-19. O distanciamento social, tão defendido nestes tempos de pandemia, é outra recomendação importante.

A principal mudança imposta pela pandemia na gestão de obras e no setor de construção civil diz respeito às adaptações que as empresas precisaram fazer para proteger os funcionários e suas famílias. Diversas novidades foram apresentadas à toda sociedade neste período difícil, e os gestores tiveram que se adaptar às restrições impostas pela pandemia. Para engenheiros que tiveram a possibilidade de trabalhar de casa, por exemplo, a disciplina e adesão de uma rotina de trabalho dentro de casa é um desafio importante. Com o tempo, a sociedade se adaptou a essas novas condições. A prevenção já se provou como uma das principais armas que temos para combater o novo coronavírus.

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