Geointeligência aplicada à engenharia

Mapeamento e regularização de faixa de domínio para rodovias, ferrovias, dutos e linhas de transmissão.

Voos lineares com drone, ortofoto contínua, cadastro de invasões, marcos físicos e travessias — com memorial e ART/CREA-MG amarrados em SIRGAS 2000 / UTM.

Homologações ANAC DECEA ANATEL CREA-MG ABM
+320 mil
hectares mapeados
+700
projetos entregues
10 anos
aplicando geotecnologia à engenharia
O que entregamos

Mapeamento de faixa de domínio com drone para projetos lineares

Faixa de domínio é a área sob propriedade/posse do órgão ou concessionária responsável por uma rodovia, ferrovia, dutovia ou linha de transmissão. Mapeá-la, regularizá-la e fiscalizá-la é obrigação legal — e o uso de drone profissional reduz o custo do levantamento por km em até 70% frente à topografia tradicional, com cobertura completa, ortofoto contínua e cadastro técnico georreferenciado pronto para projeto, regularização e fiscalização.

Cobertura linear contínua

Dezenas ou centenas de km em uma única campanha de voo.

Memorial com ART/CREA

Relatório técnico assinado com SIRGAS 2000, RMSE auditável e ART/CREA-MG.

Cadastro completo

Marcos, invasões, OAEs, dispositivos, travessias e supressão vegetal em um só voo.

Comparativo temporal

Voos periódicos para acompanhar avanço de invasões, supressão e obras de manutenção.

Ortofoto contínua de faixa de domínio de rodovia, gerada por voo linear de drone
SIRGAS 2000
Amarração com GCPs e GNSS RTK
Metodologia

Como executamos um mapeamento de faixa de domínio

Um processo técnico em quatro etapas, documentado e auditável de ponta a ponta — pronto para projeto, regularização ou fiscalização.

Planejamento do corredor

Análise do trajeto, definição da largura útil de voo, escolha de drone de asa fixa ou multirrotor, GSD alvo e autorização SARPAS para todos os segmentos.

Voo linear em campo

Implantação de GCPs com GNSS RTK ao longo do trajeto, voos lineares automatizados e validação imediata da cobertura ponta a ponta.

Processamento e classificação

Ortomosaico contínuo, MDT/MDS, classificação de feições (marcos, invasões, dispositivos), digitalização de polígonos e controle de qualidade RMSE.

Memorial e entrega

Pacote SIG (shapefile, GeoPackage, KML), ortofoto em GeoTIFF, memorial descritivo e relatório técnico com ART/CREA-MG.

Entregáveis

O que você recebe ao final do projeto

Cada mapeamento de faixa de domínio gera um pacote técnico-cartográfico completo, pronto para projeto, regularização e fiscalização.

Ortofoto contínua do corredor

Mosaico contínuo de alta resolução em SIRGAS 2000 / UTM, com GSD 1-10 cm/pixel — base de todo cadastro técnico.

Cadastro de invasões

Polígonos georreferenciados de ocupações irregulares, com área, perímetro e tipologia (residencial, comercial, agrícola).

Marcos físicos e dispositivos

Cadastro de marcos quilométricos, OAEs, dispositivos de sinalização, drenagem e segurança ao longo do trajeto.

MDT/MDS do corredor

Modelo Digital de Terreno e Superfície em GeoTIFF para projetos de duplicação, restauração ou ampliação da via.

Mapeamento de supressão

Cobertura vegetal classificada, supressão autorizada vs. não autorizada, comparativo temporal entre campanhas.

Memorial descritivo

Memorial com metodologia, sistema de referência SIRGAS 2000, RMSE, croquis dos GCPs e ART/CREA-MG do engenheiro responsável.

Aplicações por setor

Faixa de domínio para cada modal de infraestrutura

Atendemos rodovias, ferrovias, dutovias, linhas de transmissão e órgãos públicos com a mesma metodologia auditável.

Rodovias federais e estaduais

DNIT, DERs e concessionárias — mapeamento, regularização, recadastro de invasões e supressão autorizada.

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Ferrovias

ANTT e concessionárias ferroviárias — faixa de domínio, OAEs, recapeamento, supressão e regularização fundiária.

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Dutovias

ANP e operadoras — faixa de servidão, marcos físicos, monitoramento de invasões em trechos críticos.

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Linhas de transmissão

ANEEL e distribuidoras — faixa de servidão, vão livre, classificação de obstáculos e supressão recorrente.

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Órgãos públicos

DNIT, ANTT, ANP, ANEEL, prefeituras e órgãos fiscalizadores — base cartográfica e evidência auditável.

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Concessionárias e PPPs

Concessionárias rodoviárias, ferroviárias e operadoras de dutos com obrigação de cadastro e fiscalização.

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Vista aérea de rodovia federal mostrando faixa de domínio com pista, acostamento, sinalização e marcos físicos
Largura da faixa de domínio

Quanto mede a faixa de domínio?

A largura da faixa de domínio não é fixa — varia por modal, por classe da via e pela época em que foi instituída. Em rodovias federais sob DNIT, costuma ficar entre 30 e 50 metros para cada lado do eixo. Em ferrovias da ANTT, entre 15 e 30 metros. Em dutovias da ANP e linhas de transmissão da ANEEL, depende da classe técnica do duto ou linha.

Saber a largura correta é o primeiro passo de qualquer projeto, regularização ou fiscalização de faixa de domínio. Veja nosso guia detalhado de largura por modal ou conheça o que é em essência: O que é Faixa de Domínio.

  • DNIT / DER / ANTT

    Cada órgão define a largura

  • SIRGAS 2000

    Amarração oficial do levantamento

Por que a Aero

O que nos diferencia

Desde 2016, combinamos operação de campo, processamento geoespacial e engenharia para entregar mapeamento de faixa de domínio aplicável a projeto, regularização, fiscalização e gestão de ativos lineares.

Amarração SIRGAS 2000

Levantamento amarrado ao sistema oficial via GCPs medidos com GNSS RTK pós-processado e RMSE auditável.

Asa fixa para corredores longos

Drones de asa fixa para corredores de dezenas/centenas de km, multirrotor para trechos urbanos, OAEs e dispositivos.

Pacote SIG completo

Shapefile, GeoPackage, KML, GeoTIFF e DXF compatíveis com AutoCAD Civil 3D, QGIS, ArcGIS e plataformas dos órgãos públicos.

Regulamentação completa

Cobertura ANAC, DECEA, ANATEL, Min. Defesa e ART/CREA-MG, com documentação auditável de cada missão de voo.

Cobertura nacional

Equipe baseada em Belo Horizonte/MG com mobilização para todo o Brasil — projetos lineares de Roraima ao Rio Grande do Sul.

Entrega ágil por km

Trechos curtos (até 30 km) em 5 a 10 dias úteis. Corredores médios (30-300 km) em 15 a 30 dias com reports parciais.

Em números

Resultados em projetos lineares

+320 mil
hectares mapeados em corredores lineares desde 2016
+700
projetos entregues para concessionárias, DERs e órgãos públicos
100%
homologação ANAC, DECEA, ANATEL e ART/CREA
Dúvidas frequentes

Perguntas comuns sobre faixa de domínio

O que é faixa de domínio?

Faixa de domínio é a área de terreno ao longo de uma rodovia, ferrovia, dutovia ou linha de transmissão, sob propriedade ou posse do órgão/concessionária responsável pela via, destinada à pista, acostamento, sinalização, segurança, manutenção e ampliação futura. Veja nosso guia completo sobre o que é faixa de domínio.

Qual a largura da faixa de domínio?

Depende do modal e do órgão responsável. Em rodovias federais sob DNIT, normalmente 30 a 50 metros para cada lado do eixo. Em ferrovias da ANTT, 15 a 30 metros. Em dutovias e linhas de transmissão, depende da classe técnica e da regulamentação ANP/ANEEL. Veja o guia detalhado em largura da faixa de domínio.

Como mapear faixa de domínio com drone?

O drone executa voos lineares automatizados ao longo do corredor, gerando ortofoto contínua de alta resolução (1-10 cm/pixel), MDT/MDS e cadastro de feições da faixa: marcos físicos, invasões, supressão vegetal, travessias, OAEs e sinalização. O voo é amarrado ao SIRGAS 2000 / UTM com GCPs e entrega relatório técnico com ART/CREA.

Faixa de domínio é a mesma coisa que faixa não edificante?

Não. A faixa de domínio é a área sob propriedade/posse do órgão responsável pela via. A faixa não edificante é uma área de restrição ao redor da faixa de domínio (e de outras infraestruturas) onde a Lei 6.766/79 e regulamentações locais proíbem ou limitam construções, mesmo que o solo seja particular.

Quem é responsável pela faixa de domínio?

Depende da via: DNIT em rodovias federais, DERs estaduais em rodovias estaduais, concessionárias em rodovias concedidas, ANTT/concessionárias em ferrovias, ANP/operadoras em dutos, ANEEL/distribuidoras em linhas de transmissão. Em todos os casos, há obrigação legal de manter, fiscalizar e regularizar.

Quanto custa um mapeamento de faixa de domínio?

O custo depende da extensão linear (km), da largura, do GSD desejado e do escopo (apenas mapeamento ou inclui regularização). Em geral, projetos lineares são orçados por km com fatores de complexidade (rural, urbano, montanhoso, vegetação).

Trechos curtos têm custo unitário maior; corredores longos têm economia de escala importante. Solicite um orçamento detalhado com o trajeto e os entregáveis desejados.

Quais são as regulamentações para voos em faixa de domínio?

Os voos profissionais são regulamentados por ANAC (RBAC-E 94), DECEA (ICA 100-40), ANATEL e — para aerolevantamento sistemático — Ministério da Defesa (Decreto-Lei 1.177/1971).

Voos em faixa de domínio de rodovias federais não exigem autorização extra do DNIT, mas é boa prática avisar previamente. Em trechos próximos a aeródromos, exige-se aprovação específica do DECEA via SARPAS.

Posso integrar dados de faixa de domínio aos sistemas dos órgãos?

Sim. Os formatos abertos (shapefile, GeoPackage, KML, GeoTIFF, DXF) são aceitos pelos sistemas do DNIT, ANTT, ANP, ANEEL, DERs e concessionárias. Em geral, entregamos o pacote SIG já formatado conforme padrão exigido pelo cliente — incluindo metadados ISO 19115 quando solicitado.

Pronto para mapear sua faixa de domínio?

Mais de 700 projetos entregues. Equipe homologada ANAC, DECEA, ANATEL e ART/CREA-MG. Resposta em até 24h com escopo, prazo e produtos definidos.